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Homem foragido por homicídio há quase 30 anos é preso no ES

Homem foragido por homicídio há quase 30 anos é preso no ES

Homem foragido por homicídio há quase 30 anos é preso no ES

📍 Espírito Santo › IrupiHomicídios e tentativas

Homem é preso por homicídio cometido há quase 30 anos no Espírito Santo

Um homem de 66 anos, investigado pela Justiça por um homicídio qualificado cometido há quase 30 anos, foi preso pela Polícia Civil na segunda-feira (28), em Irupi, no Caparaó do Espírito Santo. O crime aconteceu em 1996, em Ibitirama, também no Sul do Espírito Santo.

A prisão foi executada por equipes da Delegacia de Polícia de Ibitirama, com o apoio da 8ª Delegacia Regional de Ibatiba e da Delegacia de Polícia de Irupi.

O suspeito foi encontrado após um trabalho investigativo que incluiu análise de informações e cruzamento de dados para descobrir a atual localização do procurado.

Divergência em documentos

Segundo a Polícia Civil, as apurações começaram com a revisão de mandados de prisão em aberto vinculados à Delegacia de Ibitirama. No decorrer do trabalho, os investigadores identificaram uma divergência nos dados de identificação do homem.

O mandado de prisão continha um nome diferente daquele presente em registros oficiais. Utilizando informações sobre familiares que estavam no processo do homicídio, os policiais cruzaram os dados para alcançar a verdadeira identidade do investigado.

Entre os dados empregados estavam o nome da mãe e a existência de um filho chamado “Fábio Júnior”. As informações foram confrontadas com registros atuais, auxiliando os policiais na confirmação da identidade do homem.

Homem foi localizado em Irupi

De posse dos dados levantados, os policiais se deslocaram até Irupi para realizar diligências com o objetivo de encontrar o procurado. A equipe achou o endereço onde ele estava e efetuou a prisão.

No interrogatório, realizado na Delegacia de Polícia de Ibatiba, o homem confirmou quem era e, segundo a Polícia Civil, confessou a autoria do golpe que causou a morte da vítima em 1996.

O investigado ainda declarou não possuir o sobrenome paterno “Neres”, justificando a divergência entre a qualificação do mandado de prisão antigo e os dados civis atuais.

Concluídos os procedimentos policiais, ele ficou à disposição da Justiça.

Com informações de Folha Vitória.

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