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Secretário de Segurança Pública se reúne com família de homem morto por PMs

Secretário de Segurança Pública se reúne com família de homem morto por PMs

Secretário de Segurança Pública se reúne com família de homem morto por PMs

📍 Espírito SantoHomicídios e tentativas

O secretário de Segurança Pública do Espírito Santo, Leonardo Damasceno, se reuniu na noite desta segunda-feira (28) com os familiares de Caio Abreu Rodrigues, de 33 anos, que morreu em uma abordagem da Polícia Militar neste domingo (27).

O encontro, realizado na Secretaria de Segurança Pública, também teve a participação do comandante-geral da Polícia Militar, Ríodo Lopes Rubim, e ocorreu a pedido da família, conforme relatou Damasceno.

“A família está muito triste, ele acabou de ser enterrado, e a família veio procurar o apoio da secretaria para que a gente apure o caso em toda a sua extensão”, declarou o secretário.

Damasceno afirmou que a atuação policial terá como foco a investigação das circunstâncias da morte de Caio, justificando que as imagens do momento do óbito ainda não permitem confirmar se a vítima foi baleada ou se sofreu uma queda.

“É importante agora a perícia atuar a gente reconstruir isso, ouvir as testemunhas, dizer onde aconteceu o tiro, se foi antes da esquina, se foi depois, já na outra rua, se foi depois, lá no final da rua, fora do vídeo, quando que isso aconteceu. Importante a gente reconstruir, saber quando aconteceu, porque aí a gente consegue avaliar a conduta do policial exatamente”, pontuou.

Conforme explicou Damasceno, os policiais que participaram da ocorrência foram retirados do serviço de rua e continuam cumprindo escalas internas na instituição.

PM analisa imagens

De acordo com o comandante-geral da Polícia Militar, Ríodo Lopes Rubim, a abordagem a Caio ocorreu depois de uma denúncia informando que um indivíduo estaria gerando tumulto, ameaçando cidadãos em uma moto vermelha e preta e andando armado.

A corporação destacou que os trajes e características informados coincidiam com os da vítima.

Segundo a PM, os agentes tentaram realizar a abordagem, momento em que ele fugiu correndo. A instituição relatou ainda que Caio teria colocado a mão na cintura e tirado um objeto durante a perseguição.

O comandante da PM declarou que não foi viável visualizar uma arma nos registros em vídeo divulgados.

“Pelo ângulo, aparentemente não é possível identificar, mas é muito dinâmico. É fácil identificar aqui sentadinho assistindo se tem ou não tem. Dali, no momento da ocorrência, o ângulo em que cada um estava conforme aquela situação, aí eu não me atreveria a afirmar que sim ou não”, pontuou.

Com informações de Folha Vitória.

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